Tenho Dito!

As 10 fotos mais famosas da história


A lista de fotos a seguir foi elaborada pelo jornalista e poeta Car­los Wil­li­an Lei­te. Ele reuniu as fotografias mais pesquisadas em publicações internacionamente reconhecidas, como The Pulitzer Prizes e World Press Photo. O resultado é uma lista incrível de 10 imagens que continuam comovendo e tirando o fôlego de muita gente.

As 10 fotos mais famosas da história

1 – Os Beatles atravessando a Abbey Road (Foto de Iain Macmillan / 1969)
Essa imagem foi feita 8 de agosto de 1969 pelo fotógrafo escocês Iain Macmillan, que ficou mundialmente conhecido depois desse trabalho. O local escolhido foi a rua do lado de fora dos estúdios Abbey Road, em Londres, e foram feitas apenas seis fotos. Isso porque, segundo contam, o fotográfo teve apenas 10 minutos para registrar os componentes da banda.

As 10 fotos mais famosas da história

2 – Einstein mostrando a língua (Foto de Arthur Sasse / 1951)
O pesquisador tinha sido homenageado há pouco tempo pelo seu aniversário de 72 anos. A língua foi uma tentativa de demonstrar o descontentamento de Einstein com o assédio dos fotográfos.

As 10 fotos mais famosas da história

3 – Menina afegã (Foto de Steve McCurry / 1984)
A menina da imagem se chama Sharbat Gula e tinha 12 anos quando foi fotografada para uma reportagem da “National Geographic” sobre a ocupação soviética no Afeganistão. Acabou se tornando uma das fotografias mais conhecidas do mundo.

As 10 fotos mais famosas da história

4 – O beijo da Times Square (Foto de Jeff Widener / 1945)
Foto publicada pela revista “Life” durante o anúncio do fim da guerra contra o Japão, em 14 de agosto de 1945. O fotógrafo registrou um marinheiro beijando uma moça vestido branco. Ela foi identificada na década de 1970 como Edith Shain, mas a identidade do rapaz permanece desconhecida.

As 10 fotos mais famosas da história

5 – Che Guevara — Guerrilheiro Heroico (Foto de Alberto Korda / 1960)
A foto foi feita quando o guerrilheiro participava de uma homenagem a vítimas da explosão de um barco. Mas foi a estampa em monotipia baseada na foto, criada pelo artista irlandês Jim Fitzpatrick que acabou imortalizando a imagem.

As 10 fotos mais famosas da história

6 – Massacre da Praça da Paz Celestial (Foto de Jeff Widener / 1989)
É o registro mais famoso da revolta estudantil chinesa de 1989. Mostra um jovem solitário e desarmado na Praça da Paz Celestial interropendo o percurso de uma fileira de tanques de guerra. Em 2000, o rapaz desconhecido foi eleito pela revista “Time” como uma das pessoas mais influentes daquele século.

As 10 fotos mais famosas da história

7 – Phan Thi Kim Phúc (Foto de Nick Ut / 1972)
É a imagem mais famosa da história. Kim Phuc, a garotinha nua que aparece coorendo em uma estrada perto de Trang Bang, no sul do Vietnã, estava em pânico após um ataque aéreo com napalm. Para sobreviver, ela arrancou a roupa que pegava fogo.

As 10 fotos mais famosas da história

8 – Execution of a Viet Cong Guerrilla (Foto de Eddie Adams / 1968)
Na imagem aparece Nguyen Ngoc Loan, chefe da polícia sul-vietnamita, disparando sua pistola contra a cabeça de Nguyen Van Lem, oficial Vietcong, em Saigon. Embora chocante, a fotografia não deixa adivinhar que o homem assassinado havia matado uma família.

As 10 fotos mais famosas da história

9 – Autoimolação (Foto de Malcolm Browne / 1963)
O monge budista vietnamita Thich Quang Duc ateou fogo em seu próprio corpo durante protesto realizado na cidade vietnamita de Saigon, em junho de 1963. O ato o transformou em mártir da resistência à guerra na Ásia.

As 10 fotos mais famosas da história

10 — Mãe migrante (Foto de Dorothea Lange / 1936)

É uma das fotografias mais famosas dos Estados Unidos, registrando um momento da Grande Depressão. Na imagem aparece Florence Owens Thompson, 32 anos, desolada por não ter comida para alimentar os filhos.

[Fonte: Jornal Opção]




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19 de abril de 2012 | Por Redação | Comente

Os amores que mudaram o mundo


As grandes paixões sempre moveram a história, mas existem casos de amor bem mais importantes que os famosos Romeu e Julieta. Da descoberta do oxigênio à unificação da Itália, a verdade é que nós devemos muita coisa ao cupido.

1 – A descoberta do Oxigênio: Marie e Antoine Lavoisier

Os amores que mudaram o mundo

Taí um casamento arranjado que deu certo. Juntos, Marie e Antoine Lavoisier fundaram a química moderna, com pesquisas sobre o calor e o fogo. E isso só aconteceu porque, quando Marie tinha 14 anos, seu pai acertou seu casamento com Antoine, um químico com o dobro da idade dela.

O casal descobriu a existência do oxigênio e sua importância para a respiração dos animais e das plantas. Os dois são os responsáveis pela frase “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. O dito é resultado da formulação da Lei da Conservação da Matéria. Haja amor pela ciência, né?!

2 – A era Vitoriana: Rainha Vitória e Príncipe Albert

Os amores que mudaram o mundo

O governo da rainha Vitória entrou para a história como marco da industrialização, da expansão econômica e do desenvolvimento urbano na Inglaterra. Marcado pela austeridade e rigidez dos costumes, o termo vitoriana passou a ser usado para denominar uma postura conservadora e rígida.

Mas os anos da rainha Vitória no poder (1837-1901) espelham mais a personalidade de seu marido, o príncipe Albert Saxe-Coburg. Aliás, uma prova de que a rainha não era tão conservadora assim é que ela pediu Albert em casamento, algo ousado demais para a época. Depois da morte do príncipe, a rainha viveu por mais 40 anos, dormindo, todas as noites, com a foto do amado sobre o travesseiro.

3 – A unificação da Itália e a Revolução Farroupilha: Anita e Giuseppe Garibaldi

Os amores que mudaram o mundo

Perseguido pela polícia italiana por suas ideias republicanas, o jovem Giuseppe fugiu para o Brasil e juntou-se ao governo farroupilha, que lutava por um Estado federalista no Rio Grande do Sul. Foi lá que ele conheceu Ana Maria Ribeiro da Silva, uma moça de origem pobre que era casada com um sapateiro. O casal se apaixonou e, sem hesitar, Anita, como era conhecida, largou o marido e fugiu com o romântico revolucionário Giuseppe.

O casal lutou bravamente em batalhas no Brasil, Uruguai e Europa. Em 1848, com 4 filhos, eles resolveram se mudar para a Itália, a fim de lutar pela independência e unificação do país. Mas, apenas um ano depois, Anita morreu nos braços do companheiro, vítima da febre tifóide. A partir daí, Garibaldi seguiu ainda mais disposto na defesa dos ideais compartilhados pelo casal.

4 – A Declaração Universal dos Direitos Humanos: Eleanor e Franklin Delano Roosevelt

Os amores que mudaram o mundo

Poucos casais foram capazes de uma parceria tão eficiente quanto Franklin e Eleanor Roosevelt. Os dois eram primos e sobrinhos do presidente dos EUA Theodore Roosevelt, mas foi ela quem primeiro se apaixonou pela política, tornando-se uma das mulheres mais influentes da política americana no século 20.

Em 1921, Franklin ficou paralítico por causa da poliomielite e estava a ponto de desistir da vida pública, mas Eleanor salvou sua carreira convocando novas eleitoras para ajudar a elegê-lo governador. Enquanto ele se concentrava em recuperar a saúde, Eleanor expandia suas atividades políticas a fim de manter o nome Roosevelt em evidência. As campanhas deram certo e, em 1932, Franklin foi eleito presidente dos EUA para o primeiro de 4 mandatos.

Após a morte de Franklin e com a carreira política dela no auge, o presidente Harry S. Truman nomeou Eleanor delegada na ONU. No novo cargo, ela usou toda sua influência – e a força do sobrenome – para criar a Declaração Universal dos Direitos Humanos (o primeiro acordo internacional sobre os direitos da humanidade), adotada e proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

5 – A Guerra Civil espanhola: Francisco Franco e Carmen Pólo

Os amores que mudaram o mundo

Só há muito pouco tempo, a vida íntima do general Francisco Franco, responsável pela ditadura espanhola que durou 36 anos, começou a ser explorada. E as primeiras biografias de seu governo mostraram algo que, para a maior parte do mundo, era impensável durante os anos de ferro do general: a esposa de Franco, Carmen Pólo, tinha total controle sobre ele.

O casal se conheceu em Oviedo, cidade natal de Carmen, em 1917, quando ela tinha 15 anos e Franco, 24. Ele era um oficial ansioso por ascensão rápida e ela, uma jovem ambiciosa que venerava a aristocracia. Franco se apaixonou imediatamente, mas Carmen foi taxativa: Franco era apenas um soldado e não poderia voltar a vê-la nunca mais. Mas é claro que ele não desistiu. A insistência e a ascensão de Franco dentro do Exército fizeram com que Carmen mudasse de idéia e, em 1923, os dois se casaram.

O golpe militar de 1936 na Espanha foi seguido por uma intensa guerra civil, que custou mais de meio milhão de vidas em combate e outras tantas por causa de fome, desnutrição e doenças. Franco permaneceu no poder até sua morte, em 1975. Carmen morreu 12 anos depois de Franco. Durante esse tempo, mudou do palácio de El Pardo e viveu o resto do tempo sozinha em seu apartamento, dedicada à sua única filha, seus netos e bisnetos.

[Fonte:  Revista Super Interessante]






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