Tenho Dito!

Dieta da moda não funciona, comprovam cientistas


Sofrer durante uma semana com um dieta pode até fazer você entrar naquele vestido, mas o sacrifício não vai valer muita coisa se o objetivo for manter as medidas no lugar. E agora quem afirma são cientistas que pesquisaram os hábitos de mais de 4 mil pessoas acima do peso durante 20 anos nos Estados Unidos.

Dieta da moda não funciona, comprovam cientistas

O resultado, ao contrário do muita gente ainda pensa, é que fazer uma super dieta durante poucas semanas não traz resultados a médio prazo e não motiva as pessoas a mudar de hábitos.

O destaque vai para a conclusão de que as dietas radicais, como as que só incluem líquidos na alimentação ou recomendam o uso de pílulas sem prescrição médica, por exemplo, não foram associadas à perda de peso.

Além disso, as pessoas que relataram ter emagrecido mais foram menos propensas a seguirem uma dieta balanceada e a manter o peso conquistado.

Dieta da moda não funciona, comprovam cientistas

O consumo de produtos diet também não foi relacionado com uma perda de peso bem sucedida, já que muita gente imagina que pode exagerar na quantidade por estar consumindo um alimento mais saudável ou com menos calorias.

Ao concluírem o estudo, os pesquisadores afirmam que o caminho aparentemente mais demorado é na verdade o mais eficaz, e pode ser também o mais rápido, para a perda de peso. É só considerarmos o tempo que muita gente desperdiça investindo em soluções milagrosas… Ou seja: o segredo (nada secreto, admitamos) continua ser praticar atividade física, comer pouca gordura e, se for o caso, participar de programas de emagrecimento.

Dieta da moda não funciona, comprovam cientistas

Para quem é adepto de medicamentos para perder peso, duas notícias: os especialistas observaram que apenas uma parte das pessoas que usaram remédios para emagrecer chegou a relatar sucesso na perda de peso. O percentual, porém, foi maior entre aqueles que procuraram orientação médica.

[Fonte: Revista Veja]




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11 de abril de 2012 | Por Redação | Comente

Os amores que mudaram o mundo


As grandes paixões sempre moveram a história, mas existem casos de amor bem mais importantes que os famosos Romeu e Julieta. Da descoberta do oxigênio à unificação da Itália, a verdade é que nós devemos muita coisa ao cupido.

1 – A descoberta do Oxigênio: Marie e Antoine Lavoisier

Os amores que mudaram o mundo

Taí um casamento arranjado que deu certo. Juntos, Marie e Antoine Lavoisier fundaram a química moderna, com pesquisas sobre o calor e o fogo. E isso só aconteceu porque, quando Marie tinha 14 anos, seu pai acertou seu casamento com Antoine, um químico com o dobro da idade dela.

O casal descobriu a existência do oxigênio e sua importância para a respiração dos animais e das plantas. Os dois são os responsáveis pela frase “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. O dito é resultado da formulação da Lei da Conservação da Matéria. Haja amor pela ciência, né?!

2 – A era Vitoriana: Rainha Vitória e Príncipe Albert

Os amores que mudaram o mundo

O governo da rainha Vitória entrou para a história como marco da industrialização, da expansão econômica e do desenvolvimento urbano na Inglaterra. Marcado pela austeridade e rigidez dos costumes, o termo vitoriana passou a ser usado para denominar uma postura conservadora e rígida.

Mas os anos da rainha Vitória no poder (1837-1901) espelham mais a personalidade de seu marido, o príncipe Albert Saxe-Coburg. Aliás, uma prova de que a rainha não era tão conservadora assim é que ela pediu Albert em casamento, algo ousado demais para a época. Depois da morte do príncipe, a rainha viveu por mais 40 anos, dormindo, todas as noites, com a foto do amado sobre o travesseiro.

3 – A unificação da Itália e a Revolução Farroupilha: Anita e Giuseppe Garibaldi

Os amores que mudaram o mundo

Perseguido pela polícia italiana por suas ideias republicanas, o jovem Giuseppe fugiu para o Brasil e juntou-se ao governo farroupilha, que lutava por um Estado federalista no Rio Grande do Sul. Foi lá que ele conheceu Ana Maria Ribeiro da Silva, uma moça de origem pobre que era casada com um sapateiro. O casal se apaixonou e, sem hesitar, Anita, como era conhecida, largou o marido e fugiu com o romântico revolucionário Giuseppe.

O casal lutou bravamente em batalhas no Brasil, Uruguai e Europa. Em 1848, com 4 filhos, eles resolveram se mudar para a Itália, a fim de lutar pela independência e unificação do país. Mas, apenas um ano depois, Anita morreu nos braços do companheiro, vítima da febre tifóide. A partir daí, Garibaldi seguiu ainda mais disposto na defesa dos ideais compartilhados pelo casal.

4 – A Declaração Universal dos Direitos Humanos: Eleanor e Franklin Delano Roosevelt

Os amores que mudaram o mundo

Poucos casais foram capazes de uma parceria tão eficiente quanto Franklin e Eleanor Roosevelt. Os dois eram primos e sobrinhos do presidente dos EUA Theodore Roosevelt, mas foi ela quem primeiro se apaixonou pela política, tornando-se uma das mulheres mais influentes da política americana no século 20.

Em 1921, Franklin ficou paralítico por causa da poliomielite e estava a ponto de desistir da vida pública, mas Eleanor salvou sua carreira convocando novas eleitoras para ajudar a elegê-lo governador. Enquanto ele se concentrava em recuperar a saúde, Eleanor expandia suas atividades políticas a fim de manter o nome Roosevelt em evidência. As campanhas deram certo e, em 1932, Franklin foi eleito presidente dos EUA para o primeiro de 4 mandatos.

Após a morte de Franklin e com a carreira política dela no auge, o presidente Harry S. Truman nomeou Eleanor delegada na ONU. No novo cargo, ela usou toda sua influência – e a força do sobrenome – para criar a Declaração Universal dos Direitos Humanos (o primeiro acordo internacional sobre os direitos da humanidade), adotada e proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

5 – A Guerra Civil espanhola: Francisco Franco e Carmen Pólo

Os amores que mudaram o mundo

Só há muito pouco tempo, a vida íntima do general Francisco Franco, responsável pela ditadura espanhola que durou 36 anos, começou a ser explorada. E as primeiras biografias de seu governo mostraram algo que, para a maior parte do mundo, era impensável durante os anos de ferro do general: a esposa de Franco, Carmen Pólo, tinha total controle sobre ele.

O casal se conheceu em Oviedo, cidade natal de Carmen, em 1917, quando ela tinha 15 anos e Franco, 24. Ele era um oficial ansioso por ascensão rápida e ela, uma jovem ambiciosa que venerava a aristocracia. Franco se apaixonou imediatamente, mas Carmen foi taxativa: Franco era apenas um soldado e não poderia voltar a vê-la nunca mais. Mas é claro que ele não desistiu. A insistência e a ascensão de Franco dentro do Exército fizeram com que Carmen mudasse de idéia e, em 1923, os dois se casaram.

O golpe militar de 1936 na Espanha foi seguido por uma intensa guerra civil, que custou mais de meio milhão de vidas em combate e outras tantas por causa de fome, desnutrição e doenças. Franco permaneceu no poder até sua morte, em 1975. Carmen morreu 12 anos depois de Franco. Durante esse tempo, mudou do palácio de El Pardo e viveu o resto do tempo sozinha em seu apartamento, dedicada à sua única filha, seus netos e bisnetos.

[Fonte:  Revista Super Interessante]




Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo


Tudo bem que alguns amantes da ciência são capazes de passar décadas estudando o comportamento de uma única espécie de marisco. Mas existem também casos de cientistas bem mais produtivos. E bota produtivo nisso! Na lista abaixo você vai conhecer os cinco pesquisadores que mais registraram patentes até hoje. É tanta produção que fica difícil não lamentar que eles não tenham tido vocação pra política, por exemplo. Ia ajudar bastante no caso do Brasil, né?! Confira!

Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo

5 – George Albert Lyon
O quinto colocado era canadense e seu invento mais conhecido é o para-choques, que absorve parte do impacto no caso de uma colisão do carro. George Albert Lyon nasceu em 1882, viveu 79 anos e chegou a registrar 993 famílias de patentes enquanto esteve em atividade. Ele também ficou conhecido por ter anunciado a própria aposentadoria de sua empresa, Lyon Inc, diversas vezes. Mas, assim que uma nova ideia para uma invenção aparecia, ele voltava ao trabalho com mais energia que antes.

Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo

4 – Thomas Edison
O inventor da lâmpada era tão incansável que até hoje, tanto depois da sua morte, continua sendo um dos cientistas mais produtivos do mundo. Nascido em 1847, ele registrou 1.084 famílias de patentes além da lâmpada ele foi o criador pelo fonógrafo (o primeiro sistema para gravação e reprodução de som, patenteado em 1877), a primeira câmera filmadora e o cinetoscópio, que permitia ver imagens em movimento individualmente. Tudo isso em 84 anos de vida!

Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo

3 – Paul Lapstum
Este cientista australiano já tem 1.104 patentes registradas e é o diretor de tecnologia de uma das empresas da Silverbrook Research (o dono da companhia, não por acaso, é justamente nosso primeiro colocado). Uma das invenções mais famosas de Paul é um leitor que permite que você mande e-mail para alguém de quem só tem o cartão de visitas: ele reconhece o “@” e pega automaticamente o endereço impresso nele.

Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo

2- Shunpei Yamazaki
Com 2.677 famílias de patentes registradas internacionalmente, o japonês de 69 anos contribuiu com invenções nas áreas de computação e física do estado sólido (que estuda a matéria rígida). Ele é hoje o presidente do laboratório de pesquisas Semiconductor Energy Laboratory, baseado em Tóquio. Na foto aqui em cima ele aparece com uma de suas invenções: um transmissor fino como uma folha de papel.

Ciência: os 5 inventores mais produtivos do mundo

1- Kia Silverbrook
De longe, o cientista e inventor australiano de 53 anos é a pessoa que mais patenteou criações. São 4.092 famílias de patentes registradas até 23 de Agosto de 2011 (e é claro que esse número já pode ter subido). Dono da maior companhia de pesquisas não governamental da Austrália, ela emprega cerca de 500 cientistas e pesquisadores. Suas invenções estão no campo da tecnologia digital, softwares, internet e até na robótica. Sua invenção mais famosa é o Memjet, uma tecnologia de impressão colorida em alta velocidade, criada em 2007.

[Fonte: Blog da Super]




Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas


Existem muitas doenças que, de tão raras, passam décadas sem serem diagnosticadas e outras que até agora só apareceram duas ou três vezes em todo o mundo. Na lista entram casos de adolescentes que envelhecem a ponto de parecerem muito idosos e até um bebê que trocou de sexo naturalmente cinco meses depois de nascer. Confira a lista!

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Em Vereenging, na África do Sul, Mckenzi Hiscock surpreendeu a família ao “mudar” de sexo. A criança sofre de hiperplasia adrenal congênita, condição na qual o corpo produz muito hormônio masculino, o que levou os médicos a atestarem o nascimento de um menino. Acontece que, cinco meses depois, a família descobriu que tinha uma menina em casa.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Rosie Collington (à direita na foto acima) é o primeiro caso conhecido a sobreviver a uma rara forma de meningite – apenas três casos registrados no planeta. Ela impressionou os médicos ao não só sobreviver, como também não ter tido graves sequelas.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

A menina Angelina Messingham, de Norfolk, no Reino Unido, sofre de uma rara doença que estava calcificando seu cérebro. Para salvá-la, os médicos tomaram uma decisão extrema: os cirurgiões “desligaram” a metade do cérebro da jovem onde ocorria a calcificação, o que impediu que a outra metade fosse afetada. Veja na ilustração abaixo:

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Apesar da cirurgia, os médicos afirmaram aos pais de Angelina que a outra metade vai assumir as funções da parte “desligada” e ela terá uma vida normal.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Aimee Milota (na foto acima ela está com 6 anos, em 2006) e sua melhor amiga Graycen Beardslee, então com 5 anos, sofrem de uma doença rara que as impede de tomar sol.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

As duas meninas tem uma doença chamada xeroderma pigmentoso, que aumenta muito a chances delas terem câncer de pele causado pela exposição ao sol.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Andy Wray olha os diários que funcionam como sua “memória“. Wray esquece tudo o que acontece a cada dois dias desde 2007, quando começou a sofrer de amnesia dissociativa. A doença teria sido causada pelos assassinatos que presenciou e pela ansiedade resultantes do trabalho de policial.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Rosie Herbert, moradora de Eastbourne, no Reino Unido, sofre de pseudo-obstrução gastrointestinal crônica. A doença faz com que após qualquer refeição, mesmo que seja um simples lanche, sua barriga aumente de tamanho, como se ela estivesse grávida. Quando criança, Rosie sofria principalmente com vômitos, mas os médicos achavam que ela estava fingindo estar doente para faltar à escola. Pela internet, a família se informou e descobriu o problema e hoje ela tem uma vida melhor.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Diane Dike é uma norte-americana com uma condição rara que faz com seu sangue solidifique a baixas temperaturas.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

Na imagem acima, os pés de Diane em um dia de frio.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

As irmãs Chloe (à direita) e Evie Church, de Swansea, no Reino Unido, sofrem de uma doença cardíaca que pode tirá-las a vida se elas tiverem emoções extremas. Para evitar o problema, as meninas evitam festas, tomar energéticos, ver filmes de terror e até namorar.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

A doença de Niemann-Pick é um distúrbio hereditário registrado em apenas cerca de 500 crianças no mundo. Os bebês nascem incapazes de produzir uma determinada enzima, o que os faz acumular quantidades anormais de colesterol no corpo. A condição causa lesões que afetam os movimentos, a fala, o metabolismo e as capacidades cognitivas. Normalmente, quem nasce com a doença, como o britânico Ben Scott, da foto acima, não vive mais que 20 anos.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

A progéria já por si uma doença bastante rara, mas é ainda mais raro que ela se manifeste em negros. Há apenas um registro no mundo, da menina Ontlametse Phalatse, nascida na África do Sul, em 1999.

Bebê troca de sexo naturalmente: conheça doenças raríssimas

A menina precisa viajar duas vezes por ano aos Estados Unidos, onde recebe tratamentos e remédios que não estão disponíveis na África. A progéria é uma doença genética que acelera o processo de envelhecimento e não tem cura. Não há uma estimativa confiável de quantos casos já ocorreram no mundo, mas os registros são escassos e quem nasce com a doena geralmente não ultrapassa os 13 anos de idade.

[Fonte: Terra]




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7 de novembro de 2011 | Por Redação | 1 Comentário


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