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Subcelebridades: dicas para fugir (ou se tornar uma delas)


Você lembra do adolescente, filho da modelo Cristina Mortágua e do ex-jogador Edmundo, que foi parar numa delegacia por conta de uma briga com a mãe? Não, né?!

Pois esse é justamente esse o problemas de subcelebridades que a gente se acostumou a ver circular em programas como A Fazenda, por exemplo. Elas aparecem e somem com a mesma rapidez, deixando pra trás muito pouco ou quase nada que valha a pena ser lembrado.

Subcelebridades: dicas para fugir (ou se tornar uma delas)

É o caso do adolescente-aspirante-a-estilista Alexandre Mortágua, que nós citamos aqui em cima. Depois de ser emocionar por ter sido seguido por paparazzi e de se sentir homenageado com a capa do jornal sensacionalístico Meia Hora, ele criou um blog para se expressar e registrar para o mundo como é a vida das subcelebridades.

Pois é, desde os cachês modestos à participação em programas de gosto duvidoso, vale tudo na hora de esticar um pouquinho o momento de fama. E se a carreira chegou mesmo ao fim, não se desespere (ainda). Segundo a MTV, já existe até um grupo de ajuda para tratar quem não consegue administrar a falta de fama:

Mas nem tudo é desespero na vida dos quase-talvez-famosos. Se você aceitou os convites certos, aturou os jornalistas chatos e fez amizade com outras subcelebridades, pode até se tornar o próximo fazendeiro da record. Nada mau, né? Dado Dolabella, Karina Bacchi e Daniel Bueno que o digam…

Subcelebridades: dicas para fugir (ou se tornar uma delas)

Ao site da revista TPM, o também blogueiro Alexandre Mortágua (pois é, o mesmo do início do texto) listou vantagens e desvantagens no cotidiano de quem precisa suar muito pra sentir, nem que seja por pouco tempo, o gostinho da fama.

O lado bom:
– De vez em quando rola um cachezinho. “Na época em que fiquei famoso por brigar com a minha mãe, cheguei a dar entrevista paga. Também recebi dinheiro uma vez para aparecer em um evento”, diz ele.
– Você é convidado para muitos eventos. Aberturas de loja, inaugurações de coisas. “Às vezes penso: ‘Que estranho, por que será que estão me chamando?”
– Você acaba conhecendo uma porrada de jornalistas, mesmo sendo pela razão errada. Aí você monta uma boa rede de network para divulgação, quando fizer alguma coisa realmente importante.

O lado ruim:
– As pessoas odeiam você sem te conhecer.
– Você acaba ficando amigo de outras subcelebridades, já que “somos oprimidos porque não somos celebridades de verdade”.
– Você não é uma celebridade. Então, por mais que seja convidado para festas, é para as festas menores. Uma subcelebridade nunca está nos melhores mailings.

Para saber mais sobre esse mundo e reunir informações suficientes pra ficar longe dele, você também pode dar uma olhadinha nesse vídeo aqui embaixo (nada simpático com quem corre atrás da fama, adiantamos logo).

Agora, se tudo isso ainda te deixou com vontade de tentar a sorte, o jeito é acessar o blog do Alexandre Mortágua (lembra?! o da história que a gente contou…). Né?





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2 Comentários

  1. Ramon:

    kkkkkkk

  2. ronie castagna:

    muito bom

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