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Vestibular: saiba como é a seleção em 10 países


Se você acha o vestibular injusto ou não concorda com a seleção por outros motivos, nada melhor do que saber como outros países organizam a entrada de estudantes no ensino superior.

Além de provas bem mais difíceis que as aplicadas no Brasil, existem casos em que os candidatos precisam fazer até trabalho voluntário para conseguir uma vaga.

Vestibular: saiba como é a seleção em 10 países

CANADÁ
No Canadá não há um padrão para entrar na faculdade. As exigências variam de uma província para outra, mas existem dois pré-requisitos que são cobrados com frequência: ter completado o High School (ensino médio) e passar em um teste de leitura crítica e interpretação de texto (literacy test). Uma curiosidade é o fato de algumas faculdades exigirem que o candidato realize pelo menos 40 horas de trabalho voluntário antes de ser aceito.

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CHILE
A Prueba de Selección Universitaria (PSU) do Chile se assemelha ao Enem brasileiro e ao SAT americano. O teste é aplicado desde 2003 e tem quatro provas, sendo duas obrigatórias: “línguas e comunicação” e “matemática”. As provas de “história e ciências sociais” e “ciências” servem apenas para classificar os candidatos.

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CHINA
O país mais populoso do mundo tem uma forma de seleção similar à utilizada no Brasil, com o tradicional vestibular por cursos ao final do ensino médio. As principais diferenças são os conteúdos cobrados: a prova conta com questões de chinês, uma língua estrangeira e matemática, além de uma quarta matéria, que varia de acordo com o curso escolhido pelo estudante. Os cursos mais concorridos nos últimos anos têm sido Economia e Informática.

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COREIA DO SUL
Entrar em uma das universidades conhecidas pela sigla SKY – Universidade Nacional de Seul, Universidade da Coreia e Universidade Yonsei – é a meta de 10 entre 10 estudantes sul-coreanos. Essas são as três melhores instituições do país, onde o vestibular é dificílimo e pode durar até 10 horas.

A prova é levada tão a sério que gera um planejamento entre policiais e guardas de trânsito para organizar o fluxo de pessoas nas cidades. Mas toda essa mobilização se justifica: na maioria dos casos, o ingresso na universidade determina onde o jovem vai trabalhar e qual vai ser o seu salário pelo resto da vida.

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DINAMARCA
Depois de concluir o curso que equivale ao nosso nível médio, o estudante dinamarquês passa por uma extensão do secondary school, com duração de três anos e conteúdos variados de acordo com a área profissional que ele procura.

Concluída essa etapa, é hora de encarar o curso superior, que, na Dinamarca, tem três focos: básico, médio-termo ou superior de longo-termo. Esses últimos são os programas de educação superior ministrados pelas universidades ou outras instituições de igual porte, com até cinco anos de duração.

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ESTADOS UNIDOS
Para ingressar em uma universidade americana é necessário fazer o Teste de Aptidão Escolástica (SAT, na sigla em inglês), que cobra apenas três assuntos: matemática, leitura crítica e redação. Caso tenha obtido nota suficiente, após o teste o estudante escolhe o curso e a universidade em que quer estudar. Algumas universidades também exigem o SAT II, que é mais complexo e pode avaliar uma série de matérias estudadas durante a High School (ensino médio americano), como física, química e línguas estrangeiras.

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FRANÇA
Na França, o acesso ao ensino superior é garantido a todos os estudantes do país. Após a conclusão do colégio, os alunos prestam um exame chamado Baccalauréat (também conhecido como le Bac), que cobra conhecimentos variados, de acordo com o curso que o estudante pretende seguir na universidade.

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INGLATERRA
Antes de cursar o nível superior, o estudante precisa cursar mais dois anos de estudos em uma espécie de extensão do colégio com matérias específicas para a faculdade desejada. Depois disso é preciso prestar outra prova A-Level para avaliar em qual universidade e curso o estudante estará apto a ingressar. Quanto maior o número de “A”, nota máxima na prova, maiores as chances dele escolher o local em que vai estudar.

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ITÁLIA
Na Itália, todos os cidadãos têm acesso à universidade de maneira igual, e o único pré-requisito é possuir o diploma de conclusão do Secondaria di secondo grado (ensino médio). Para os cursos mais concorridos na Itália, como Medicina, Odontologia e Arquitetura, algumas universidades podem exigir um exame para admissão. Uma curiosidade a respeito da aplicação dos testes pelas universidades é o fato de a maior parte deles ser oral, e não escrito.

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JAPÃO
O Japão tem um dos vestibulares mais difíceis do mundo. A prova é estruturada em duas fases: inglês, matemática, língua e literatura japonesa, mais duas provas em ciências (como física e química) e duas de estudos sociais (história geral e do Japão). A grande dificuldade é dominar todos os assuntos que caem na prova, uma vez que as universidades exigem mais daquilo que é ensinado nas salas de aula do ensino médio.

[Fonte: Terra]





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1 Comentário

  1. Juca:

    Que bacana. Ta aí uma curiosidade que eu tinha a respeito de vestibulares.

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