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Pênis, morte e arte ruim: os museus mais bizarros do mundo


Extravagância é o que não falta nesses museus pra lá de bizarros. Veja a que ponto a criatividade pode chegar na lista abaixo, elaborada pela rede de TV americana CNN.

Pênis, morte, coleiras e arte ruim: os museus mais bizarros do mundo

Museu da Beleza Extrema, Malásia
Quem visita o terceiro andar do Museu das Pessoas, na cidade de Malaca, encontra objetos usados em diversas sociedades por quem tentar a qualquer custo se encaixar num padrão de beleza. Pés diminutos, discos que aumentam lábios e orelhas e anéis para esticar pescoços estão entre os itens expostos.

Pênis, morte, coleiras e arte ruim: os museus mais bizarros do mundo

Museu do Falo, Islândia
Aqui o visitante é convidado a deixar a vergonha de lado e se aventurar no primeiro museu dedicado ao sexo masculino. Trata-se do Museu do Falo, localizado na cidade de Husavik, no norte da Islândia. São mais de 276 pênis, de tamanhos que vão de dois milímetros a vários metros, se você quiser saber como é o órgão masculino das baleias. Ha! E outra novidade (não, ainda não acabou): o museu recebeu seu primeiro pênis humano em 2011, doado por um falecido islandês de 95 anos.

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Museu da água da torneira, China
Uma antiga fábrica no centro de Pequim foi transformada em museu dedicado a tudo o que tem a ver com o funcionamento da água da torneira da cidade. São mais de 130 peças, mas o que todo mundo prefere mesmo por lá é beber água mineral.

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Museu da arte ruim, Estados Unidos
Mais de 600 peças que seriam ridicularizadas em qualquer museu também têm o seu lugar. Situadas num antigo porão da cidade de Dedham, a meia hora de Boston, as obras são consideradas como “ruins demais para serem ignoradas”. Dá pra acreditar?

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Museu das coleiras, Inglaterra
Mais de meio milhão de visitantes amantes de cachorros visita anualmente o Museu das Coleiras, no Castelo de Leeds. É possível saber como era a vida de cães de luxo na Idade Média e o que mudou de lá pra cá, entre dezenas de outras atrações. O museu fica em um castelo no castelo do condado de Kent, sudeste da Inglaterra.

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Museu dos cortadores de grama, Inglaterra
O amor que os ingleses tem pela jardinagem motivou a criação do Museu dos Cortadores de grama, no litoral oeste da Inglaterra. Entre as atrações está o primeiro cortador de grama movido a energia solar, ou cortadores de grama que pertenceram ao Príncipe Charles e à Princesa Diana.

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Museu do Cabelo, Turquia
A cidade de Avanos, no centro da Turquia, é famosa por sua tradição em peças de argila, mas ultimamente uma atração fora do comum é que tem chamado a atenção dos visitantes. É o Museu do Cabelo, com paredes cobertas por mostras de fios de mais de 16 mil mulheres, com seus respectivos nomes e endereços. Cabelos de todos os tipos, cores e estilos podem ser encontrados neste antro das cabeleiras.

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Museu do Pão, Alemanha
O Museu do Pão da cidade de Ulm, a 100 km de Stuttgart, no sul da Alemanha, presta uma homenagem merecida a um dos alimentos mais populares do mundo. Cerca de 18 mil objetos contam a história de mais de 6 mil anos do pão, incluindo obras de arte como Dalí, Man Ray e Picasso. O único problema é que nem um pedacinho de pão é servido durante a visita. Chato, né?!

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Hall da Fama da Roupa Interior, Estados Unidos
A loja de roupa interior americana Frederick’s of Hollywood já forneceu inúmeros sutiãs, cuecas e calcinhas a celebridades do cinema americano. Em sua loja da Hollywood Boulevard, o primeiro andar é dedicado às peças de roupa interior que pertenceram a celebridades, como uma cueca usada por Tom Hanks no filme Forrest Gump, ou peças ultra sofisticadas vestidas anos atrás por Madonna.

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Museu dos Saleiros e Pimenteiros, Estados Unidos
Pois é, a criatividade surpreende mesmo. Esse museu aí da foto surgiu por conta da obsessão por saleiros e pimenteiros da antropóloga Andrea Ludden. Além de estar escrevendo a enciclopédia destes objetos domésticos, ela expõe permanentemente sua coleção de mais de 20 mil conjuntos de saleiros e pimenteiros de todo tipo em seu museu. O museu fica na cidade de Gatlinburg, no estado americano do Tennessee.

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Kunstkamera, Rússia
O Kuntskamera foi o primeiro museu da Rússia, inaugurado em 1727 em São Petersburgo. Na época, eram mais de 200 mil peças, uma mais bizzarra que a outra: fetos deformados, criaturas com duas cabeças, e até uma cabeça humana preservada em vinagre… Hoje o número de peças “exóticas” é menor, mas muita coisa da coleção original ainda pode ser encontrada.

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Museu da Criptozoologia, Estados Unidos
Calma, ainda estamos falando português. criptozoologia estuda animais míticos e lendários como o Monstro do Lago Ness ou o Abominável Homem das Neves. E Loren Coleman, um dos maiores experts neste tipo de criaturas, fundou o Museu da Criptozoologia na cidade de Portland, nos Estados Unidos. O dono jura ter supostos vestígios como pêlos ou pegadas que teriam pertencido a seres como Pé Grande, que tem uma representação em tamanho real no local.

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Museu do Miojo, Japão
O japonês Momofuku Ando criou o miojo durante a segunda guerra mundial para dar uma refeição rápida e barata para os necessitados, e o alimento acabou perdurando e se espalhando no mundo inteiro. O Museu do Miojo e de Momofuku Ando reconhece a importância do invento e fica na cidade de Ikeda, na periferia de Osaka. Uma estátua de Ando recebe os visitantes, que podem preparar seu próprio prato com ingredientes variados no museu.

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Museu da Morte, Tailândia
A morte assusta a maioria das pessoas, mas também intriga e chama a atenção. O Museu Médico Siriraj, mais conhecido como Museu da Morte de Bangcoc, capital da Tailândia, não é para gente com estomago fraco. Cérebros com hemorragias, pernas e braços mutilados, caveiras furadas por balas, além do corpo mumificado de Si Ouey, um famoso canibal que assassinou várias crianças durante a década de 50, estão expostos neste local nada romântico. O mudeu funciona no prédio de um antigo hospital da cidade e é uma das atraçőes mais visitadas de Bangcoc.

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Hall da Fama e Centro de Pesquisa dos Palhaços, Estados Unidos
Os palhaços que divertiram os americanos nos últimos anos são homenageados no Hall da Fama e Centro de Pesquisa dos Palhaços, que fica no estado americano de Wisconsin. Lá é possível ver fotos, acessórios históricos e conhecer o trabalho dos palhaços mais famosos dos Estados Unidos.





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