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Diana: princesa do povo faria 50 anos em 1° de julho


Catorze anos depois de sua morte, Lady Di foi lembrada neste 1° de julho por fãs ingleses e de diversas partes do mundo. Eles prestaram tributo à “princesa do povo” no palácio de Kensington, em Londres, onde ela morou durante muitos anos.

Diana morreu vítima de um acidente de carro em Paris, em 1997, aos 36 anos, após ter sido perseguida por paparazzi.

O funeral da princesa, realizado uma semana depois da tragédia, atraiu 1 milhão de pessoas nas ruas próximas à Abadia de Westminster, e foi acompanhado por 2,5 bilhões de pessoas pela televisão.

Até hoje, a trajédia provoca dúvidas e comoção em todo o mundo. Além das especulações sobre o atendimento médico logo após o acidente, as teorias conspiratórias sobre o assunto jamais deixaram de circular.

Diana faria 50 anos neste 1º de julho

Diana faria 50 anos neste 1° de julho

Uma das teses mais propagadas é a de que o acidente teria sido encomendado pela realeza britânica, ávida em se livrar da princesa problemática.

Depois de dois anos, a França concluiu seu julgamento e atribuiu a culpa ao motorista Henri Paul, que dirigia em velocidade incompatível com a pista e estava bêbado e drogado, com nível de álcool no sangue quatro vezes maior do que o permitido.

O motoqueiro e os nove fotógrafos citados na ação não foram punidos: sofreram uma reprimenda, mas se livraram de qualquer ação criminal.

Diana faria 50 anos neste 1° de julho

Em 2003 as teses conspiratórias ganharam novo fôlego com a divulgação de cartas da princesa escritas ao ex-mordomo Paul Burrell. Os registros revelaram que ela temia ser alvo de um golpe planejado. Dessa vez a Justiça inglesa investigou o caso, mas novamente chegou à mesma conclusão dos inquéritos anteriores: Diana morreu num trágico acidente provocado pelas doses de uísque e antidepressivos ingeridas por seu motorista.

Diana faria 50 anos neste 1° de julho

Agora, 14 anos depois do acidente, o médico brasileiro que ajudou no atendimento à princesa falou sobre as medidas heroicas e sobre os os erros de atendimento naquela noite. Para Leonardo Esteves Lima, o socorrista que atendeu Diana ainda no local do acidente foi vítima da chamada “síndrome de esmeraldite”.

Ao tentar tratar Lady Di como uma esmeralda, e não apenas uma paciente comum, ele optou por procedimentos diferentes do padrão em acidente do tipo. Se tivesse dado a Diana o tratamento usual, talvez a princesa tivesse sido poupada.

Mas independente dos culpados, o caso é que o mundo foi privado do exemplo e da determinação de Diana na defesa de causas nobres como a diminuição das desigualdades. Para o TenhoDito, é isso que mais precisa ser lamentado. Finalizamos o post com um vídeo de 2007, justamente para que a lembrança da “princesa do povo” fique vive nas nossas mentes.

[Fonte: Veja]





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